Comentário:
I. Possuía o monopólio do comércio de escravos e o transporte naval de mercadorias para estas regiões.
- Correta.
A Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão recebeu da Coroa Portuguesa o monopólio do comércio na região, incluindo a importação de africanos escravizados e o transporte de mercadorias entre Portugal e as capitanias do Grão-Pará e Maranhão. Seu objetivo era dinamizar a economia regional.
II. Enfrentou forte resistência da Companhia de Jesus, que explorava comercialmente a região amazônica.
- Correta.
Os Companhia de Jesus entraram em conflito com as políticas pombalinas. Os jesuítas exerciam grande influência econômica e política na Amazônia, especialmente por meio das missões indígenas. As reformas do Marquês de Pombal reduziram esse poder, culminando na expulsão dos jesuítas dos domínios portugueses em 1759.
III. Criada pelos ingleses para controlar o comércio interno da Região Amazônica, a Companhia obteve amplo apoio dos comerciantes locais que puderam ter acesso a novas mercadorias.
- Incorreta.
A Companhia não foi criada pelos ingleses, mas pela Coroa Portuguesa, durante o governo do Marquês de Pombal. Além disso, ela enfrentou resistência de parte dos comerciantes locais devido ao monopólio comercial.
IV. Foi criada no contexto das reformas administrativas e políticas do Império Português sob o comando do Marquês de Pombal, a fim de desenvolver economicamente a região.
- Correta.
A Companhia fazia parte das Reformas Pombalinas, que buscavam fortalecer o controle da Coroa sobre a colônia, estimular a produção agrícola (como algodão e arroz) e integrar economicamente o Grão-Pará e o Maranhão ao Império Português.
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